segunda-feira, 28 de março de 2011

Aula utilizando o laboratório de informática.



Aproveitando que os alunos estão bastante empolgados com a utilização das tecnologias na sala de aula, fomos então ao laboratório de informática, para trabalhar com os jogos. Sendo proposto o das frutas e animais, onde o objetivo era fazer com que os alunos treinassem as letras do alfabeto, através da letra inicial nos jogos, conhecessem a variedades de frutas e suas respectivas quantidades, resaltando ainda a importância das mesmas para a nossa saúde. E também identificassem os animais domésticos e selvagens, desenvolvendo assim uma aula interdisciplinar bastante prazerosa e significativa para o crescimento dos educandos.

Aula com a utilização dos laptops


Foi um momento que todos os alunos estavam anciosos para acontecer. A coordenadora do UCA, levou e apresentou a ferramenta para os alunos, mostrando cada parte que compõe o mesmo, onde foi utilizado alguns aplicativos como o tux paint, sendo este um ótimo recurso para desenvolver a coordenação motora, despertar a criatividade, interesse e promover interação entre os educandos. Além disso, manusearam o teclado, reconhecendo as letras e os números.
Professora: Celia Viana


Rodinha da leitura


É um momento que aconte todos os dias na sala de aula, onde o principal objetivo é que os alunos adquiram o gosto pela leitura, sendo que esse momento acontece sempre de forma diversificada para que eles conheçam a variedade de textos,fazendo com que os educandos se sintam motivados e desenvolvam esse hábito que irá abrir caminhos em suas vidas.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Categoria de perguntas

Ao iniciar o trabalho em sala de aula,suscitamos a curiosidade do aluno,instigando o conhecimento prévio sobre determinado assunto.Também direcionamos perguntas organizacionais,discipinas e para chamar a atenção dos alunos distraidos as mais focadas na nossa realidade. São muitos os estudos e pesquisas realizadas sobre as caracteristicas do professor ideal segundo os alunos,o estudo emergem duas grandes condutos ,alguns dizem respeito á competência do professor para ensinar,controlar a classe,outros ao seu relacionamento com os alunos,ser compreensivo,paciente está disponivel para ajudar. Podemos ser bons professores e ao mesmo tempo diferente,embora haja um perfil claro ao bom professor ,não se trata de um perfil rigído,os proprios reconhecem que todos bons professores não são todos iguais. Em distintas idades,as situações e necessidades dos alunos podem ser diferentes,caracteristicas desejáveis com adolescentes e pré-adolescentes,saber manter a ordem por exemplo pode ser de importância menor em outras idades,e é importante refletir sobre isso. Segundo esclarecimento:não estamos nos distânciando daquilo que mais diretamente corresponde á nossa tarefa docente,que consiste em ajudar o aluno em sua tarefa de aprender os conhecimento e habilidades que corresponde as nossas materias.Sabemos por experiência própria que o aprendizado não é um processo meramente cognitivo e intelectual.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

II Encontro Presencial com Percília

A partir da evolução das informações e da comunicação, percebe-se a necessidade de haver mudanças significativas na área educacional. Cabe ao educador ser mediador nesse processo de construção do conhecimento, levando o aluno a se tornar mais crítico, reflexivo e pesquisador. Sendo que o que está sendo proposto é uma nova abordagem educacional, com mudanças de paradigma pedagógico, sendo uma educação aberta, provocativa, questionadora, pesquisadora fazendo com que a aprendizagem se construa, a partir de buscas por respostas.

Professora: Célia Viana

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Conceituando currículo e sua integração com as tecnologias

O currículo consiste em uma relação organizada de conteúdos a serem trabalhados com o objetivo de alcançar determinados resultados com os alunos e após estudos feito demonstra que dois dos mais importantes temas do panorama educativo atual são as tecnologias e currículo, onde a integração entre os mesmos potencializa mudanças na aprendizagem, no ensino e na gestão da sala de aula, porém essas mudanças se concretizam quando compreendemos a concepção de currículo que almejamos desenvolver, identificamos as características intrínsecas das tecnologias que devem ser exploradas em atividades pedagógicas com intenções e objetivos claramente especificados, bem como entendemos que “a questão determinante não é a tecnologia, mas a forma de encarar essa mesma tecnologia”(COSTA,2005).
Muitas discussões tem sido feitas em relação ao currículo, buscando destacar que ele não é meramente uma listagem de conteúdos ou uma especificação em documento que apresenta todos os objetivos, disciplinas, conteúdos e temas a serem tratados na escola. Um currículo resulta de escolhas que devem levar em conta não apenas “o que” deve ser ensinado e “como” deve ser ensinado, mas principalmente “por que” este conhecimento deve ser ensinado.
O currículo precisa ser entendido como um processo de construção social atravessado por relações de poder “que fizeram e fazem com que o currículo inclua um tipo determinado de conhecimento e não outro”. E através das mídias ao currículo podemos dar vida aos conteúdos curriculares rompendo com o saber construído antes somente no espaço da sala de aula e expandindo-o a partir dos recursos tecnológicos para outros ambientes, possibilitando além disso situações de aprendizagem individuais e coletivos em tempos e espaços diferentes.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Pensando sobre possíveis mudanças e contribuições das tecnologias

Na sociedade do conhecimento e da tecnologia, torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões relacionadas ao ensino e a aprendizagem. Embora a tecnologia seja um elemento da cultura bastante expressivo, ela precisa ser devidamente compreendida em termos das implicações do seu uso no processo de ensino e aprendizagem. Essa compreensão é que permite ao professor integrá-la á prática pedagógica. No entanto, muitas vezes essa integração é vista de forma equivocada, e a tecnologia acaba sendo incorporada por meio de uma disciplina direcionada apenas para instrumentalizar sua utilização, ou ainda de forma agregada a uma determinada área curricular. Diferentemente dessa perspectiva, ressalta-se a importância de a tecnologia ser incorporada á sala de aula, á escola, á vida e á sociedade, tendo em vista a construção de uma cidadania democrática, participativa e responsável. Mas para isso é fundamental que o professor, independentemente da sua área de atuação, possa conhecer as potencialidades e as limitações pedagógicas envolvidas nas diferentes tecnologias, seja o vídeo, a internet, o computador, entre outros.
O uso da internet na escola pode exemplificar a multiplicidade de recursos que podem ser utilizados em situações de aprendizagem. Um dos recursos bastante conhecido são os sites de busca, que podem facilitar e incentivar o aluno na pesquisa de informações e dados. Outros recursos da internet que também vem sendo explorado educacionalmente são as ferramentas de comunicação, como: correio eletrônico, fórum de discussão e chats. Estes novos meios de comunicação favorecem o estabelecimento de conexões entre pessoas de diferentes lugares, idades e profissões. A troca de idéias e experiências com pessoas de diversos contextos pode ampliar a visão do aluno no sentido de fornecer novas referências para sua reflexão.
Os recursos pedagógicos da internet, a pesquisa, a comunicação e a representação podem e devem ser utilizadas de forma articulada. O importante é o professor conhecer as especificidades de cada um dos recursos para orientar-se na criação de ambientes que possam enriquecer o processo de aprendizagem do aluno.
Conclui que as tecnologias proporcionam um espaço de profunda renovação da escola e que os agentes educativos têm um grande desafio, transformar o modelo escolar que privilegia a lógica da instrução e da transmissão da informação para um modelo cujo funcionamento se baseia na construção colaborativa de saberes e na abertura aos contextos culturais e sociais. Com as tecnologias nos permite pensar as escolas como comunidades de aprendizagens construídas com base na partilha de motivações comuns, de afinidades de interesses, e de conhecimentos, num processo de cooperação e interação social entre escolas e outras instituições comunitárias, entre autores e leitores independentemente das proximidades geográficas e domínios institucionais.